Canal do youtube da ABR Funcional

A ABR Funcional está lançando seu canal do youtube, onde irá compartilhar as novidades que vêm por aí e também irá disponibilizar vídeos educativos sobre liberação miofascial.

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Um abraço,

Equipe ABR Preparação Física Funcional

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As gêmeas Michelle e Monique duelam na final da superliga de vôlei

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Na última segunda feira (28.03.2016) aconteceram as duas semi-finais da superliga feminina de vôlei. No primeiro jogo da noite, o Rexona bateu o Osasco por 3 sets a 0, e no segundo jogo, o Praia Clube derrotou o Minas Tenis Clube também por 3 sets a 0, se credenciando para fazer a final inédita no próximo domigo (03.04.2016) em Brasília.

A história desta final começou a ser escrita há cerca de seis meses atrás quando a equipe ABR iniciou uma parceria de sucesso com a ponteira passadora do Praia Clube, Michelle Pavão. Naquela oportunidade foi realizada a avaliação do FMS (functional movement screen) com o intuito de identificar possíveis disfunções mecânicas que pudessem ser aprimoradas.

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A avaliação do FMS consiste na realização de sete padrões de movimento (agachamento profundo, passo sobre a barreira, mobilidade de ombro, agachamento em linha, estabilidade de tronco, estabilidade rotacional, elevação de perna estendida) que tem como objetivo colocar as articulações do avaliado em situações desafiadoras onde qualquer assimetria, fraqueza ou dor se fará flagrante aos olhos do avaliador.

A atleta Michelle Pavão demonstrou excelente desempenho no teste, porém apresentou pequena assimetria no passo por cima da barreira e também na mobilidade de ombro. A equipe ABR ,com este resultado em mãos, pôde sugerir algumas técnicas de liberação miofascial com o rolo e bolinhas da ABR em alguns pontos chave ,para que estas assimetrias fossem minimizadas e o rendimento da atleta aumentasse.

Sabe-se que para competir no esporte de alto rendimento o atleta deve se cercar de uma equipe multidisciplinar competente, e a equipe ABR fica muito satisfeita por ter dado sua parcela de contribuição para que a atleta apresentasse um desempenho fenomenal durante todo o torneio, sendo eleita a melhor jogadora do último jogo da semi-final.

E esta parceria deu tão certo que se estendeu a algumas atletas do Rexona, como a irmã gêmea da Michelle, a Monique Pavão e a líbero Fabi Alvim, que passaram a fazer uso dos produtos de liberação miofascial da ABR em sua rotina de treino.

No próximo domingo, dia 03/04 às 9:30 da manhã , todos poderão assistir o duelo entre as duas irmãs gêmeas Michelle e Monique pelo título de uma das mais fortes ligas de voleibol do mundo. Que vença a melhor.

 

Reportagem: Ivan Mundim

Atleta2Hoje vamos falar sobre o Ivan Mundim, um aluno muito especial para a Equipe ABR por ser um exemplo de superação, disposição e motivação, além de nos provar que o treinamento funcional que desenvolvemos é realmente diferenciado.

O Ivan é um apaixonado por esportes aquáticos. Surfista desde os 13 anos, sempre praticou esqui aquático e kite surf. Há alguns anos, incorporou o SUP – Stand Up Paddle – com remadas de longa distância e o SUP surf à sua rotina que ainda conta com corridas e pedaladas quando sobra um tempinho.

Em abril do ano passado, o Ivan sofreu a lesão mais séria que já teve durante um SUP surf na praia da Macumba: caiu de uma onda grande e, por instinto, não largou o remo na queda. O remo fez uma alavanca deslocando o braço do ombro e causando lesão de todos os ligamentos e tendões, além de paralisia plexo braquial.  O Ivan não conseguia mais erguer o braço direito e chegou a pensar que perderia seus movimentos para sempre.

AtletaA recuperação começou com uma cirurgia quase um mês depois do acidente e restabeleceu alguns movimentos. Cinco meses após o procedimento, o Ivan começou a fisioterapia e retomou o treinamento funcional na ABR. Segundo o médico que o operou, um recorde! Mês passado, o Ivan participou de uma prova de Race Amador e ainda ficou com o 16º lugar no Rei e Rainha do Mar, em Copacabana/RJ! O primeiro a chegar na faixa acima de 50 anos.

Avesso à monotonia das academias, o Ivan adorou o treinamento funcional logo que conheceu pela variedade de exercícios e o modo circuito que mescla atividades cardiorrespiratórias e exercícios de força, reproduzindo o que acontece na prática. Outra grande vantagem apontada foi a adaptação dos exercícios às necessidades que ele tinha, uma personalização do treinamento que é um cuidado especial que a ABR tem com seus alunos.

Além disso, o Ivan se empolgou com o rápido resultado dos treinamentos iniciados há mais de um ano. Poucas semanas após começar já sentiu o corpo mais estruturado e seguro para praticar seus esportes radicais. Hoje, com 56 anos, ele se sente mais forte e confiante do que há dez anos, deu adeus aos problemas na coluna, torcicolos, estiramentos e outras lesões sempre respeitando os limites do seu corpo e levando uma vida saudável.

Sistemas de treino e rendimento esportivo

Por Equipe abr.

Desde o início dos jogos olímpicos os sistemas de treinamento têm passado por alterações significativas quanto aos objetivos, tipos de equipamentos, além de volume e intensidade das sessões de treino [1]. Um exemplo disso é a quantidade de treino realizada (30 minutos por dia) por Roger Banister quando bateu a marca dos 4 minutos na milha, em 1954. Entre os anos de 1975 e 1980, para correr a mesma distância, o volume de treinamento aumentou entre 10% a 22% [2]. Durante a Copa do Mundo FIFA no Brasil, o Futebol mundial mostrou que, além da dimensão tática ser fator determinante para o sucesso de uma equipe durante uma partida, a dimensão física continua exercendo papel essencial para a vitória dentro das quatro linhas. Foi possível observar que algumas seleções apresentaram rendimento físico superior às demais, com menor desgaste e consequente diminuição do ritmo de jogo. Essas seleções foram fotografadas realizando exercícios e utilizando materiais muito comuns para os praticantes da preparação física funcional proporcionada pela abr aos seus alunos.

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Fonte: Site do programa Esporte Espetacular.

Em entrevista ao repórter Fabrício Marques do programa Esporte Espetacular [3], o mestre em Ciências do Desporto e ex-preparador físico do Bayern de Munique, Marcelo Lins, ressalta a necessidade de desenvolvimento de um bom padrão de movimento: “A qualidade do movimento é a base do programa. Preparadores fazem excelentes trabalhos no desenvolvimento das capacidades físicas, mas de que adianta ter super atletas lesionados? Todo o trabalho pode ser perdido em função de uma lesão. No caso, estou me referindo a lesão sem contato. No trabalho com o movimento correto você pode diminuir a probabilidade de lesão. É como construir uma casa na praia. Não pode fazer na areia. Tem que cavar e fazer uma fundação. O jogador com uma base sólida, um movimento adequado, tem a fundação para um bom trabalho de condicionamento físico”. A escolha do melhor sistema de treinamento pode ser determinante para o sucesso em determinada modalidade esportiva, ou mesmo para os objetivos traçados por uma pessoa comum em relação ao rendimento físico. A preparação física funcional tem conquistado fatia importante do mercado da preparação física justamente por reunir três características: i) desenvolve determinadas capacidades físicas, ii) resgata padrões de movimento fundamentais e, iii) restaura grupos musculares.

REFERÊNCIAS

SAMULSKI, D., L.O.P. Costa, and R.Á.d.P. Simola, Overtraining e recuperação, in Psicologia do esporte: conceitos e novas perspectivas, D. Samulski, Editor. 2009, Manole: Baueri. p. 405-428. BOMPA, T., Theory and methodology for training: the key to athlete performance. 1983, Dubuque: Kendall/Hunt. MARQUES, F., Ex-preparador do Bayern, brasileiro destaca importância do físico: ‘Fundamental’, in Globo esporte online. 2014, Rede Globo: Brasília. p. 1.

Mais um pódio para o nosso atleta da canoa polinésia

Processed with MoldivNo dia 18 de outubro ocorreu o Campeonato Brasileiro de Va’a Maratona e V1 Paracanoagem em Santos/SP, organizado pelo Núcleo Poseidon de Canoagem Havaiana, pela Confederação Brasileira de Canoagem e pela Prefeitura de Santos.

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Na categoria Júnior, a equipe Rio Va’a do nosso atleta Nário ficou com o 2º lugar. A abr parabeniza o Nário e seus colegas de canoa Thomas Bourlon, Luís Leal, Lucas Mendes, Daniel Martins e Leon Bourlon pelo excelente resultado!

 

Aperfeiçoamento

Processed with MoldivEm setembro, nosso treinador Eduardo viajou aos Estados Unidos fazer dois aperfeiçoamentos. Começou a imersão por Boston em um dos maiores e mais equipados centros de treinamento para atletas de alto nível do mundo. O curso foi ministrado pelo criador do centro Michael Boyle – treinador com mais de 20 anos de experiência em treinamento de atletas olímpicos, times de hockey e futebol americano – e Brandon Rearick, e contou com aulas teóricas, práticas e observações de treinamentos. Lá, o Eduardo conheceu preparadores de diversas partes do mundo como o preparador físico de um time de futebol profissional da Suíça, o campeão europeu de kettlebell e a técnica do time de remo dos Estados Unidos.

Depois desse ciclo de aprendizado, nosso treinador participou de um curso na SFG – Strong First com Phil Scarito e Pavel Tsatsouline. Pavel é difusor do uso do kettlebel como ferramenta de treinamento nos Estados Unidos e na Europa, além de ser preparador físico das forças militares russas.

Nosso treinador se atualizou e trocou experiências com outros profissionais do mundo todo. E pode constatar que o trabalho que a abr realiza segue os padrões mundiais e que estamos atualizados com o que está na vanguarda do treinamento funcional.

Inauguração da Tenda na Lagoa

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No último sábado, dia 6 de setembro, foi inaugurada a Tenda na Lagoa da abr. A Carolina, nutricionista e colaboradora da equipe, preparou um café da manhã especial para receber alunos, amigos e interessados em conhecer esse treinamento. A estrutura foi montada com todos os equipamentos utilizados no treino funcional: cordas, bolas, rodas, trenó, slide board, caixotes, kettlebells entre outros.

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Os treinadores Eder, Eduardo e Fábio apresentaram a preparação física funcional que a abr desenvolve há mais de um ano no local, apresentaram os benefícios do treinamento realizado ao ar livre, com um aparelhamento especial (bem diferente do que é encontrado nas academias) e com um princípio também diferenciado de consciência corporal, de busca de equilíbrio e de organização da estrutura do corpo de um forma eficiente.

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A Tenda na Lagoa está montada à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas em frente ao Clube Monte Líbano. As aulas ocorrem diariamente e tem uma hora e 15 minutos de duração. Atualmente dispomos de 2 horários em cada turno: pela manhã, das 7hs às 8:15hs e das 8:15 às 9:30hs. À tarde, das 17hs às 18:15hs e das 18:15hs às 19:30hs. E à noite das 19:30hs às 20:45hs e das 20:45hs às 22hs.
Se você está procurando um treinamento inteligente, outdoor e sem aparelhos, aqui é o seu lugar. Vem para a abr!

E o lactato com isso?

Por Equipe abr

Anteriormente, a equipe abr ressaltou a importância dos exercícios de estabilidade do core na remoção do ácido lático. Mas o que vem a ser o ácido lático? Porque a remoção deste ácido é importante na regeneração e utilização muscular? O renomado autor, Gayton (1988), coloca o ácido lático como o produto de uma equação mal sucedida do organismo, no momento em que realiza uma atividade que requeira contração muscular. Há que se concordar que estes momentos, de contração muscular, estão presentes em quase todos, ou mesmo todos, os instantes de nossas vidas. Portanto, o organismo falha ao tentar formar ATP, a partir da glicose e, em ausência de oxigênio, é produzido o ácido lático. Composto este que é responsável pelas dores musculares e limitações de movimento. É possível, ainda, atribuir a esse ácido a responsabilidade por determinadas lesões. Portanto, desenvolver o sistema muscular, com a utilização de exercícios de estabilidade do core, de forma a torna-lo capaz de gerar movimento e contrações musculares sem a produção exagerada de ácido lático é extremamente importante para a continuidade dos treinamentos e, consequentemente, para a obtenção de resultados mais sólidos e duradouros (NAVALTA; HRNCIR-JR, 2007).

REFERÊNCIAS:
GUYTON, A. C. Fisiologia no Esporte. In: A. C. Guyton (Ed.). Fisiologia Humana. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, v.6, 1988, p.527-545. NAVALTA, J. W.; HRNCIR-JR, S. P. Core stabilization exercises enhance lactate clearance following high-intensisity exercise. Journal of Strength and Conditioning Research, v.21, n.4, April, p.1305-1309. 2007.

A história do kettlebell

Por Equipe abr

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As raízes do kettlebell

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Kettlebells têm sido utilizados como ferramentas dinâmicas para desenvolver força e resistência há séculos. Sua origem ainda é questão de especulação, mas registros arqueológicos mostram evidências do seu uso da Grécia Antiga (Sanchez, 2009, p.4). No Museu Arqueológico de Olímpia, em Atenas, na Grécia, está armazenado um kettlebell de 143 kg. Nele, há uma inscrição que diz “Bibon me levantou acima da cabeça por uma cabeça” (Istorija, IUKL).

Os kettlebells chegaram na Rússia no início do século 18, quando, em 1704 a palavra “Girya” (ги́ря) foi publicada pela primeira vez no dicionário russo, significando kettlebell. Naquela época, ele era usado como peso para medir volume de grãos e outras mercadorias. No entanto, como a cultura russa vê na força uma honrosa qualidade, durante feiras e festivais vendedores começaram a levantar e balançar estes pesos para demonstrar sua força, logo reconhecendo os benefícios que esta atividade trazia para a saúde.

Entre 1870 e 1880, o russo Dr. Vladislav Kraevsky, considerado o fundador de “heavy athletics”, viajou por toda a Europa reunindo informação sobre exercícios e esportes, com a intenção de encontrar novas maneiras de melhorar a saúde, o bem estar e a educação física.

Ao retornar à Rússia, o médico introduziu exercícios com kettlebells e halteres à comunidade atlética russa. Em 10 de agosto de 1885, sob a liderança do Dr. Kraevsky, uma academia de treinamento com pesos foi aberta.  Este dia é considerado o nascimento do levantamento de peso na Rússia. O objetivo da academia de treinamento com pesos era o desenvolvimento muscular. As sessões de treinamento aconteciam três vezes por semana. Os atletas executavam “press” com uma e com duas mãos, snatch e o “clean and jerk” enquanto o doutor controlava as doses e pesos (Baszanowski & Casadei, 2005). Ele dava muita atenção à sequência de carga, desenvolvimento de habilidade, técnicas corretas de respiração e métodos para evitar a exaustão. (IUKL).

 No início do século 20, fisiculturistas, homens fortes e performistas de circo em todo o mundo, como Arthur Saxon, Edgar Mueller e Eugene Sandow treinavam com kettlebells no tradicional estilo de atletas e homens fortes russos (IUFL), introduzindo o kettlebell à uma audiência mais ampla fora da Rússia. No entanto, a Primeira Guerra Mundial e uma guerra civil na Rússia acabaram por isolar as tradições e os esportes russos, ficando os kettlebells restringidos às fronteiras da Rússia (IUKL). Ainda assim, eles continuaram a ficar cada vez mais populares na antiga União Soviética. Treinar com kettlebells se tornou uma prática comum para habitantes de áreas rurais, militares e atletas olímpicos. Para somar ao seu programa de treinamento, os levantadores de peso olímpico soviéticos utilizavam kettlebells unilateralmente para fortalecer seus lados mais fracos. Até hoje os países do antigo bloco do leste contam com kettlebells para complementar os treinamentos de muitos de seus atletas e das forças armadas (Sanchez, 2009).

Na Rússia, kettlebells são motivo de orgulho nacional e um símbolo de força. Ao contrário da maioria das forças armadas, que testam seus soldados com apoios, as forças armadas russas testam seus soldados utilizando alto volume de “snatches” com kettlebell de 24kgs (Tsatouline, 2006). Em 1981 o governo russo reconheceu os vários benefícios que o kettlebell pode proporcionar aos trabalhadores, e uma comissão oficial tornou obrigatório o treinamento com kettlebell para as massas de trabalhadores, confiando no kettlebell para aumentar a produtividade e diminuir os custos com saúde no país (Sanchez, 2009, p.7).

De ser usado como peso em mercados de alimentos na Rússia, até uma ferramenta para desenvolvimento atlético e de saúde, o kettlebell acabou se tornando um esporte em si. Em 1974 foi oficialmente declarado como um esporte étnico da Rússia (Sanchez, 2009, p.6) e em 1985 aconteceu o Primeiro Campeonato Nacional da URSS, em Lipetsk, na Rússia.

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Fonte: Kettlebell Science. Disponível em <http://www.kettlebellscience.com/kettlebell-history.html&gt;.

Atleta da ABR é campeão na canoa polinésia

Dia 14 de dezembro ocorreu em Rio de Janeiro o Campeonato Brasileiro de Canoa Polinésia. O atleta júnior Emmanuel Pelliccione Girota de Souza, conquistou o título na canoa V6 que dividia com outros 5 remadores na última prova do ano. Emmanuel ficou quatro meses longe dos treinos por conta de uma lesão e passou por várias sessões de fisioterapia para se recuperar. Após esse período, o remador realizou o treinamento de organização e fortalecimento do seu corpo com a ABR por 30 dias. Um mês antes da prova já estava pronto para voltar a remar, retomando os treinamentos específicos da modalidade e se reintegrando à equipe. A ABR parabeniza o aluno Emmanuel pela superação, dedicação e, claro, pela conquista do campeonato.