Reportagem: Ivan Mundim

Atleta2Hoje vamos falar sobre o Ivan Mundim, um aluno muito especial para a Equipe ABR por ser um exemplo de superação, disposição e motivação, além de nos provar que o treinamento funcional que desenvolvemos é realmente diferenciado.

O Ivan é um apaixonado por esportes aquáticos. Surfista desde os 13 anos, sempre praticou esqui aquático e kite surf. Há alguns anos, incorporou o SUP – Stand Up Paddle – com remadas de longa distância e o SUP surf à sua rotina que ainda conta com corridas e pedaladas quando sobra um tempinho.

Em abril do ano passado, o Ivan sofreu a lesão mais séria que já teve durante um SUP surf na praia da Macumba: caiu de uma onda grande e, por instinto, não largou o remo na queda. O remo fez uma alavanca deslocando o braço do ombro e causando lesão de todos os ligamentos e tendões, além de paralisia plexo braquial.  O Ivan não conseguia mais erguer o braço direito e chegou a pensar que perderia seus movimentos para sempre.

AtletaA recuperação começou com uma cirurgia quase um mês depois do acidente e restabeleceu alguns movimentos. Cinco meses após o procedimento, o Ivan começou a fisioterapia e retomou o treinamento funcional na ABR. Segundo o médico que o operou, um recorde! Mês passado, o Ivan participou de uma prova de Race Amador e ainda ficou com o 16º lugar no Rei e Rainha do Mar, em Copacabana/RJ! O primeiro a chegar na faixa acima de 50 anos.

Avesso à monotonia das academias, o Ivan adorou o treinamento funcional logo que conheceu pela variedade de exercícios e o modo circuito que mescla atividades cardiorrespiratórias e exercícios de força, reproduzindo o que acontece na prática. Outra grande vantagem apontada foi a adaptação dos exercícios às necessidades que ele tinha, uma personalização do treinamento que é um cuidado especial que a ABR tem com seus alunos.

Além disso, o Ivan se empolgou com o rápido resultado dos treinamentos iniciados há mais de um ano. Poucas semanas após começar já sentiu o corpo mais estruturado e seguro para praticar seus esportes radicais. Hoje, com 56 anos, ele se sente mais forte e confiante do que há dez anos, deu adeus aos problemas na coluna, torcicolos, estiramentos e outras lesões sempre respeitando os limites do seu corpo e levando uma vida saudável.

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